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Antivacina não! CNN demite funcionários que não se vacinaram

Com os Estados Unidos reacendendo um novo pico de casos pela COVID-19, sendo 110 mil por dia na última semana. Algumas empresas começaram a exigir um certificado de vacinação para seus funcionários, como a Netflix, por exemplo. E isso agora está se expandindo cada vez mais, chegando à CNN. O CEO da CNN global, Jeff Zucker, informou que a reabertura planejada de todos os escritórios, marcada para 7 de setembro, foi adiada para outubro.

E não só isso, o CEO também confirmou a demissão na semana passada de três funcionários de escritórios que já reabriram voluntariamente. Isso porque, compareceram ao trabalho sem terem tomado a vacina contra a Covid-19. Reafirmando o esforço da emissora no combate com a doença para que não ocorram picos pelas redações mundo a fora.

No memorando, o CEO informa o mesmo destino aguardará qualquer funcionário da CNN que insistir em ir trabalhar sem tomar a vacina: “Deixe-me ser claro – temos uma política de tolerância zero quanto a isso.”

A mensagem lembra a todos que as vacinas são obrigatórias se eles se apresentarem no escritório ou em campo, onde entrem em contato com outros funcionários. A maioria dos escritórios da CNN já está aberta de forma voluntária, e Zucker disse que mais de um terço dos membros da equipe de notícias já voltou.

Em cidades como Atlanta, Washington e Los Angeles, serão exigidas máscaras nos escritórios quando as pessoas não estiverem comendo, bebendo ou em um espaço privado fechado. Nos escritórios onde o uso de máscaras não é obrigatório, as pessoas devem fazer o que for confortável para elas “sem nenhum medo de retaliação ou julgamento de colegas de trabalho”, finalizou.

Vale lembrar que nos Estados Unidos, desde maio existe vacina disponível para toda a população acima de 12 anos, basta querer ir se vacinar. E isso é um apelo do presidente Joe Biden, para que os casos, que estavam há meses em queda, parem de subir. No Brasil, ainda não é exigido por não haver vacinas para toda a população hábil a tomar, o que deve ocorrer em breve.